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 Título: 13 de maio Festa dos Pretos Velhos Data: 25/04/2009
 
Dia 13 de maio os umbandistas homenageiam os Pretos Velhos, em virtude de se comemorar a libertação dos escravos,a linha dos pretos velhos abriga espíritos que voltam a terra plasmados sob a forma de velhos escravos, são verdadeiros pisicólogos, pois cons seus sábios conselhos orientam a quem os procuram, trabalham com seus cachimbos, ramos de arruda e guiné, onde vão limpandando a aura de seus consulentes. Os pretos e pretas velhas são espíritos dotados de estrema bondade e humildade formando uma das linhas mais conheçidas dentro da Umbanda.


Os Pretos e Pretas velhas mais conheçidos são: Pai José de Aruanda, Pai Joaquim de Angola, Vovó Maria Conga, Vovó Maria, Vovó Catarina, Pai Gerônimo, Pai Jacó , Pai Sebastião, Pai Tomaz, Vovó Sabina e Pai João.

A linha de pretos velhos ou linha das almas se divide em sete falanges:

- Falange do Povo da Costa

- Falange do Povo de Angola

- Falange do Povo do Congo

- Falange do Povo de Moçambique

- Falange do Povo de Luanda

- Falange do Povo de Benguela

- Falange do Povo de Guiné


Comidas e bebidas oferecidas aos Pretos Velhos

Arroz, pão, tutu de feijão, cocada, bolo de coco ou milho, mingau, mandioca cozida, café amago, água, vinho docê, canjica cozida etc.


Saudação aos Pretos Velhos: Adorei as Almas !



Cores de velas oferecidas aos Pretos Velhos:

Velas brancas, pretas ou metade branca/ metade preta. Isso não impede de se acender outras cores de vela, de acordo com a vibração a ser trabalhada.




Oração aos Pretos Velhos ( as sete lágrimas de um preto velho)


"AS SETE LÁGRIMAS DE UM PRETO VELHO".
Num cantinho de um terreiro, sentado num banquinho, fumando o seu cachimbo um triste Preto Velho chorava. De seus olhos molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pela face e... Foram sete.

A Primeira... A estes indiferentes que vem no Terreiro em busca de distração, para saírem ironizando aquilo que suas mentes ofuscadas não podem conceber;

A Segunda... A esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na expectativa de um milagre que os façam alcançar aquilo que seus próprios merecimentos negam;

A Terceira... Aos maus, aqueles que somente procuram a umbanda em busca de vingança, desejando sempre prejudicar ao semelhante;

A Quarta... Aos frios e calculistas, que sabem que existe uma força espiritual e procuram beneficiar-se dela de qualquer forma, e não conhecem a palavra gratidão;

A Quinta... Chega suave, tem o sorriso, o elogio da flor dos lábios, mas se olharem bem seu semblantes verão escrito: creio na Umbanda, nos teus Caboclos e no teu Zambi, mas somente se resolverem o meu caso ou me curarem disto ou daquilo;

A Sexta... Aos fúteis, que vão de centro em centro, não acreditando em nada, buscam aconchego, conchavos e seus olhos revelam um interesse diferente;

A Sétima... Como foi grande e como deslizou pesada! Foi à última lágrima, aquela que vive nos olhos de todos os Orixás. Aos médiuns vaidosos (as), que só aparecem no Centro em dia de festa e faltam as doutrinas. Esquecem que existem tantos irmãos precisando de caridade e tantas criancinhas precisando de amparo material e espiritual.

Assim filho meu, foi para estes todos, que vistes cair uma a uma as sete lágrimas de um preto velho.





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